Até que ponto vale à pena confiar? Ou até que ponto vale à pena guardar mágoas?
Pois é, digno leitor, esse é um dilema na vida de muita gente, inclusive na minha. Até porque que atire a primeira pedra quem nunca ficou em dúvida entre pedir perdão, ou até mesmo aceitar um pedido de perdão. Isso tudo porque? Porque todos nós temos os nossos coraçõesinhos rancorosos que nos fazem não querer dar o braço a torcer, por mais que a parte de compaixão do nosso coraçãosinho rancoroso diga pra gente se render e ficar na boa.
De tanto eu perder pessoas especiais eu acho que aprendi a perdoar e pedir perdão quando uma pessoa realmente vale a pena na minha vida.
Nesse post vou contar uma história legal que serviu pra construir grande parte dessa minha característica de Madre Tereza de Calcutar [não sei se é assim que escreve e to com preguiça de pesquisar no google].
Sabe, a algum tempinho atrás eu era muito conectada a uma pessoa, e por erros [cagadas] meus a gente brigou, nos afastamos e bla bla bla... Acabou que se passou um ano praticamente da gente estudando na mesma sala e se olhando torto, isso tudo porque a rancorosa que vos escreve não teve a capacidade de pedir perdão, mas isso mudou.
Hoje em dia a gente voltou a ser amiga, nos falamos e é uma amizade diferente do que era antes, acho que é uma coisa até mais madura, claro que nós duas saímos magoadas dessa briga, mas foi uma coisa construtiva que nos serviu de aprendizado, porque se não tivesse acontecido eu não teria aprendido a dar o braço a torcer.
Por isso caro e digníssimo leitor, por mais que a gente seja rancoroso, orgulhoso e tenhamos a nossa dignidade, tem um momento em que é necessário rever a situação e ver até onde vai a nossa razão, e dependendo da situação, é muito mais digno você pedir desculpas e se redimir do seu erro. Portanto, espero ter contado uma história construtiva para o tão forte caráter de vocês...
Bons Ventos!



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